A final do 2º Festival Semp Toshiba Transamérica aconteceu no dia 1º de dezembro, no DirecTV Music Hall, em São Paulo. Confira a cobertura completa do evento!!!


 O anúncio da classificação das bandas foi feito pelo apresentador do evento, Paulo Bonfá.

CLASSIFICAÇÃO:
Clique em cada nome para ver fotos dos shows

OS PATRÕES
BLACK MARIA
NETO TRINDADE E O BANDO DA LUA
GERAÇÃO NÔMADE
CASA GRANDE
KARMANGUIA
UBIRAJARA E OS CARA

AS NOTAS E OS JURADOS

BANDAS

Geração

Casa

Black

Patrões

Neto

Ubirajara

Karmanguia

Ruy Balla

25

26

33

31

27

22

21

Marina Person

45

49

24

49

45

16

39

Edgard Piccoli

43

34

42

38

46

35

31

Tony Monteiro

24

31

30

22

34

16

37

Hélio Leite

53

21

50

60

32

13

36

Rodrigo Catanho

32

27

52

58

35

34

33

Rick Bonadio

22

18

29

60

14

16

14

Homero Lotito

28

32

36

26

31

18

28

Jair de Oliveria

40

35

38

32

48

31

26

Simoninha

45

46

49

48

49

36

41

Nasi

36

42

47

40

49

43

37

Sideral

34

31

38

35

37

20

21

Tadeu Patola

30

21

46

42

48

22

26

Rodrigo Pereira

23

18

39

40

38

27

37

Total

480

431

553

581

533

349

427

  Los Hermanos fez o show de encerramento

O público

Os jurados

As bandas nos camarins

A produção para a final

Passagem de som

Karmanguia e Ubirajara e Os Cara

Os Patrões e Black Maria

Neto Trindade e o Bando da Lua, Casa Grande e Geração Nômade

Para conhecer as bandas, leia as entrevistas:




Casa Grande – Brasília/DF
Música Própria: História do Brasil
Autor: Timm Martins

O nome da banda CASA-GRANDE vem do livro do sociólogo Gilberto Freyre, Casa-Grande & Senzala. Segundo eles, Porque nossa música é de raiz autenticamente brasileira e ao mesmo tempo conectada no universo...

Transanet: Como foi o começo da banda e quantos anos a banda tem?
CASA-GRANDE:
A banda de bossa-nova e rock´n´roll surgiu do amor à música. Em 2002, durante os ensaios, selecionamos um repertório. Sem pressa, buscando qualidade e originalidade nas interpretações. Não fazemos cover, mas interpretações pessoais. É nossa contribuição para a música: se já existe o original, para que serve copiar outras bandas? Diferente é sempre melhor! Temos oito meses de formação. O primeiro espetáculo de CASA-GRANDE foi no Espaço Cultural do Ministério da Cultura, em Brasília, em março de 2003, após quase um ano de exigentes e exaustivos ensaios.

Transanet: A formação já mudou alguma vez?
CASA-GRANDE:
Não, mas acontece sempre a participação especial de algum convidado. Por exemplo, o artista plástico Toninho de Souza, que comemora 35 anos de artes, é presença constante com suas instalações coloridas no palco; o poeta e parceiro de Baden Powell, Renato Castelo, contribui com suas recitações. Os shows de CASA-GRANDE são assim: poesia, artes plásticas, muita música e diversão!

Transanet: Como surgiu a música própria?
CASA-GRANDE:
História do Brasil é o nome do poema da música própria de CASA-GRANDE. Este poema pertence ao livro que escrevi, BAM! Poesia pra quem tem, entre um par de ouvidos, cérebro! (Litteris Editora, R.J. 1989). É uma crítica a história oficial não só do Brasil, mas dos governos de todo o mundo.

Transanet
: Como vocês definem a banda?
CASA-GRANDE:
É delicado rotular... O nome de CASA-GRANDE vem do livro do sociólogo Gilberto Freyre, Casa-Grande & Senzala. Porque nossa música é de raiz autenticamente brasileira e ao mesmo tempo conectada no universo.

Transanet: Que som a banda costuma ouvir?
CASA-GRANDE:
Sons bem ecléticos... Cada integrante tem, entre um par de ouvidos, cérebro! Atenção: todos da banda tem grande experiência em diversos trabalhos musicais. Algumas das unanimidades de CASA-GRANDE: João Gilberto, Rolling Stones, Mutantes, Tom Jobim, Beatles, Secos & Molhados e Nirvana.

Transanet: É o primeiro ano que a banda participa do Festival Semp Toshiba Transamérica?
CASA-GRANDE:
Sim. Confesso que observei o primeiro com uma vontade enorme de participar... só agora chegou a nossa vez! E o interessante é que aconteceu em meio ao lançamento de nosso primeiro DVD, quando também estamos lançando nossa página na internet (
www.bandacasagrande.com.br)! E tudo ao mesmo tempo agora! Um tesão!

Transanet: Qual a expectativa do grupo?
CASA-GRANDE:
Parabéns Semp Toshiba Transamérica pela iniciativa conjunta: sem dúvida, a grande vencedora deste festival já é a música popular brasileira, que ganha em incentivo, diversidade e qualidade. Atenção ouvintes da Rádio Transamérica de todo o país: nós ainda vamos nos divertir muito!




Karmanguia – São Paulo/SP
Música Própria: Um Novo Dia
Autor: Heraldo Paarmann e Miguel de Laet

Karmanguia, a banda de São Paulo, começou em 2001. O grupo quer divertir o público e está confiante e feliz de estar na final do 2° Festival Semp Toshiba Transamérica


Transanet: Como foi o começo da banda e quantos anos a banda tem?
KARMANGUIA:
A idéia da banda começou no final de 2001. Convidei Miguel de Laet (violão e voz) para montar uma banda de músicas próprias voltada para o Pop/Rock e desde então estamos compondo, porém a formação já teve algumas mudanças. No momento, estamos com esta formação há 5 meses, declarou Heraldo Paarmann (guitarra e backing vocal).

Transanet: A formação já mudou alguma vez?
KARMANGUIA:
Sim, como tudo começou comigo (Heraldo Paarmann) e o Miguel o baterista e baixista eram quem estavam com disponibilidade de tempo.

Transanet: Como surgiu a música própria?
KARMANGUIA:
A música nasceu de uma brincadeira (um desafio). Uma amiga escolheu três palavras que a letra deveria conter (dia, sol e amor) e queria saber em quanto tempo a música ficaria pronta. Ao terminar a letra, escolhemos o nome Um Novo Dia por sintetizar o que a letra quer dizer.

Transanet: Como vocês definem a banda?
KARMANGUIA:
Somos uma banda eclética, gostamos de compartilhar nossa diversão, de tocar com o público, entendemos que música POP é a maneira mais tranqüila de se fazer boa música e conseguir dividir tudo de bom com o público.

Transanet: Que som a banda costuma ouvir?
KARMANGUIA:
Como disse somos extremamente ecléticos. Gostamos de música erudita, baião, jazz, rock, fusion, MPB, country e pop, enfm tudo que for de bom gosto nós ouvimos.

Transanet: É o primeiro ano que a banda participa do Festival Semp Toshiba Transamérica?
KARMANGUIA:
Sim.

Transanet: Qual a expectativa do grupo?
KARMANGUIA:
Total. Estamos com o Karmanguia já faz algum tempo e nossa expectativa é total para esta apresentação, já estamos extremamente felizes da banda ter conseguido chegar até aqui e esta oportunidade é uma grande passo para nosso projeto.




Neto Trindade e o Bando da Lua – São Paulo/SP
Música Própria: Uma Canção
Autor: Durval Gonçalves Neto

O grupo, Neto Trindade e o Bando da Lua, começou em luais nas praias. Com um misto de Forró , Reggae e Rock ´n Roll eles querem balançar o Directv Music Hall.

Transanet: Como foi o começo da banda e quantos anos a banda tem?
NETO TRINDADE E O BANDO DA LUA:
A banda tem três anos e começou em luais, nas praias da Trindade.

Transanet: A formação já mudou alguma vez?
NETO TRINDADE E O BANDO DA LUA:
Sim, uma vez.

Transanet: Como surgiu a música própria?
NETO TRINDADE E O BANDO DA LUA:
Essa música foi mesmo uma inspiração divina, e quanto ao nome, simplesmente Uma Canção.

Transanet: Como vocês definem a banda?
NETO TRINDADE E O BANDO DA LUA:
Forroregga´nRoll - Seria uma mistura de Forró (10%), Reggae (80%) e o bom e velho
Rock Roll (10%).

Transanet: Que som a banda costuma ouvir?
NETO TRINDADE E O BANDO DA LUA:
Bob Marley, Manu Chao, Maskavo, Natirut´s, Planta e Raiz, Jah Live, Leões de Israel, O Rappa e o rock nacional em geral.

Transanet: É o primeiro ano que a banda participa do Festival Semp Toshiba Transamérica?
NETO TRINDADE E O BANDO DA LUA:
Sim e estamos muitos felizes por isto.

Transanet: Qual a expectativa do grupo?
NETO TRINDADE E O BANDO DA LUA:
Entrar na programação nacional da rádio e com isto levar uma mensagem de paz e alegria para todo nosso país. Além de conseguir efetivamente a viver com o que realmente gostamos de fazer: MÚSICA.




Black Maria – Curitiba/PR
Música Própria: Sr. Sol
Autor: Franco Milani

A Black Maria já existe há sete anos. Eles prometem agradar o público com um show muito dançante em sua apresentação.

Transanet: Como foi o começo da banda e quantos anos a banda tem?
BLACK MARIA:
O início da banda se deu em 1997 quando Franco Milani, Beto K e Rogério Magrão se reuniram para fazer um som. A partir daí a coisa foi ficando séria e surgiu a Black Maria. A banda já existe há 7 anos.

Transanet: A formação já mudou alguma vez?

BLACK MARIA:
Sim, a primeira formação era composta por: Franco (guitarra e voz), Beto K (Baixo) e Rogério Magrão (Bateria). A segunda aconteceu em 1998, onde entraram: Gabriel Teixeira (guitarra), Gustavo Henrique (Bateria), Thiago Peruca (Percussão). Henrique Peters (teclados) entrou em 2003.

Transanet: Como surgiu a música própria?
BLACK MARIA:
A banda tocou por algumas temporadas no litoral de Santa Catarina, Praia Guarda do Embaú, e com todo aquele clima, o Franco em um dia de muita inspiração compos a música Sr Sol. O nome surgiu com o refrão.

Transanet: Como vocês definem a banda?
BLACK MARIA:
Nós definimos a banda como uma banda que possui um show muito dançante. Nossas músicas agradam a quase todos os gostos, pois temos muita influência do rock´n´roll, black music e também muita coisa da música brasileira.

Transanet: Que som a banda costuma ouvir?

BLACK MARIA:
A banda ouve de Beatles, Mutantes até Jurassic Five, como também sons nacionais: Mundo Livre S/A e som de Curitiba, como Relespública e Blindagem.

Transanet: É o primeiro ano que a banda participa do Festival Semp Toshiba Transamérica?
BLACK MARIA:
Sim.

Transanet: Qual a expectativa da grupo?
BLACK MARIA:
O fato da nossa música ter tocado em nível nacional já é a realização de um grande sonho, mas é claro que quando se tem um objetivo temos que pensar grande, sendo assim esperamos sair de Sampa com a nossa música tocando na programação nacional da Transamérica e também porque não com um contrato com uma grande gravadora embaixo do braço. Valeu Transamérica pela iniciativa!!! Somos eternamente agradecidos pela exposição do nosso trabalho, afinal, nosso país é um dos mais ricos em cultura, prova disso é a qualidade de todas as bandas concorrentes do festival, não só as sete que foram para a final, mas também, todas que participaram do festival. Muito obrigado!




UBIRAJARA E OS CARA – São Paulo/SP
Música Própria: Essa Noite Vai Rolar
Autor: Bira, Alê, Marcello e Márcio

Ubirajara e os Cara estão de volta em 2003. Ano passado os participantes também chegaram a final com uma das maiores votações na internet e pegaram o segundo lugar. Esse ano eles querem o primeiro!

Transanet: Como foi o começo da banda e quantos anos a banda tem?
UBIRAJARA E OS CARA:
A banda se formou em 96 com Márcio, Ale, Thiago e Rodrigo para um festival de um amigo chamado Marcello (que hoje é o guitarrista da banda, que por sinal era amigo do Bira, vocalista). No início, a idéia da banda era tocar covers de Iron Maiden e Helloween, mas quando o Marcelo nos apresentou o Bira - que com uma bagagem mais pop – ele trouxe para a banda idéias de formar um som pop/rock. No começo do ano, o grupo faz 8 aninhos!

Transanet: A formação já mudou alguma vez?

UBIRAJARA E OS CARA:
Sim. Tínhamos Rodrigo Giordano no baixo na primeira formação, depois com sua saída Fábio Haddad, hoje técnico da banda veio segurar a onda enquanto não arrumávamos outro baixista. Hoje temos Valtinho no time tocando baixo e Thiago, que tocava violão, precisou sair por problemas pessoais.

Transanet: Como surgiu a música própria?

UBIRAJARA E OS CARA:
Essa música foi inspirada na modelo e apresentadora DANIELA CICARELLI, que conta a história de um rapaz que conheceu uma mulher maravilhosa e achou que iria levar vantagem e fosse fácil conquistá-la. E na realidade não foi isso que aconteceu.

Transanet: Como vocês definem a banda?

UBIRAJARA E OS CARA:
Um estilo pop/rock com letras retratando relacionamentos das pessoas, dando um contexto e sonoridade alegre à elas, fazendo que assim as pessoas encarem a vida e a forma de lidar com esses problemas com mais facilidade e alegria.

Transanet: Que som a banda costuma ouvir?
UBIRAJARA E OS CARA:
A banda é muito eclética. O pessoal tem influência desde pop, rock, heavy metal, punk e MPB.

Transanet: É o primeiro ano que a banda participa do Festival Semp Toshiba Transamérica?
UBIRAJARA E OS CARA:
Felizmente participamos o ano passado chegando também a final pela votação online com mais de 12 mil votos e pegamos segundo lugar no festival.

Transanet: Qual a expectativa da grupo?
UBIRAJARA E OS CARA:
Desse ano chegarmos em primeiro!





GERAÇÃO NÔMADE – Salvador/BA
Música Própria: Secreta
Autor: Luiz Giberval de Lima Melo Filho

Geração Nômade foi um nome sugerido pelo nosso ex-contrabaixista Ricardo Mendes. Geração, por assim dizer, tratava-se tão somente da nossa fase na época, em que nos intitulavam de Geração Coca-cola. Já o Nômade era um lance bem particular; no começo da banda a gente não tinha um lugar fixo para ensaios, o que era um grande problema; chegamos a ensaiar até em cima de árvore... mas isso é uma outra história...

Transanet: Como foi o começo da banda e quantos anos a banda tem?
GERAÇÃO NÔMADE: Como qualquer banda de garagem, a Geração Nômade teve seu início baseado na diversão entre amigos. Depois de várias apresentações de sucesso, não só entre amigos, a banda, sem sentir, foi se profissionalizando. A Geração Nômade tem cinco anos.

Transanet: A formação já mudou alguma vez?

GERAÇÃO NÔMADE: Sim. Esta última fase, a banda se mantém a dois anos. O vocalista Luizinho Melo esteve presente sempre em todas as fases da banda como líder e compositor em mais de 80% das canções da banda. Foi o que sempre manteve a banda acesa na cabeça de todos os fãs nesses dois últimos anos.

Transanet: Como surgiu a música própria?

GERAÇÃO NÔMADE: A canção Secreta surgiu de um acontecimento do cotidiano de uma vida comum: Um amigo bem próximo, depois de uma apresentação da banda em sua festa de noivado, aos prantos, contou que iria casar sem amor, pois a pessoa que ele amava, estava de casamento marcado com outra pessoa em outro Estado. Justamente naquela noite, fiquei sabendo que a garota que ele amava estava passando pelo mesmo problema, e nenhum dos dois tinha coragem de se rebelar. Foi o suficiente para começar a traçar a composição. O título Secreta caiu como uma luva, pois não poderia em hipótese alguma revelar o nome de nenhum deles.

Transanet: Como vocês definem a banda?
GERAÇÃO NÔMADE: A gente gosta de música. É muito difícil hoje em dia definir sobre esse ou aquele som. A gente gosta muito de rock, e o rock, cá para nós tem um leque interminável de vertentes. O que alguns consideram identidade, a gente considera um tipo de incapacidade musical.

Transanet: Que som a banda costuma ouvir?
GERAÇÃO NÔMADE: A gente curte tudo aquilo que tem uma boa mensagem. U2, The Police, Legião Urbana, Capital Inicial, Os Paralamas e etc.

Transanet: É o primeiro ano que a banda participa do Festival Semp Toshiba Transamérica?
GERAÇÃO NÔMADE: É a segunda vez que a gente participa, mas é a primeira que a gente entrou com toda a força. Na primeira, aquela coisa de votação na internet deixou a gente meio triste, pois não tínhamos tempo suficiente de acompanhar e divulgar para galera votar.

Transanet: Qual a expectativa do grupo?

GERAÇÃO NÔMADE: A melhor possível. Para banda é super importante! Pense bem: A banda poder mostrar para o resto do país que a Bahia tem mais do que o axé-music já é válido. A banda já rodou pelo menos 30% dos Estados do nosso imenso país divulgando o trabalho Atemporal e o resultado é sempre o mesmo: sempre positivo, mas com aquele espanto e aquela pergunta de sempre: Vocês são de onde? E a Bahia tem isso? Chega a ser chato, mas se ajuda a divulgar a multiplicidade de estilos da Bahia. O Festival já ajudaria... estar na final, então!

OS PATRÕES – Jaú/SP
Música própria: Trabalho
Autor: Luis Henrique Spilari

Com quatro anos de estrada, Os Patrões tem composições sobre assuntos de sua vivência no interior. E costumam dizer que são uma banda de rock brasileiro que bebe nas fontes do punk rock e surf music.

Transanet: Como foi o começo da banda e quantos anos a banda tem?
OS PATRÕES:
Todos os três integrantes estão na batalha há algum tempo, mas a formação desse time rolou há mais ou menos 4 anos. E não foi diferente da maioria das bandas. Rolavam reuniões no estúdio da casa do Rafa onde tocávamos covers e conversávamos sobre composições. Mas foi a receptividade do público e grande quantidade de shows que nos animou a continuar e começar a compor. Mais ou menos 4 anos de muita batalha, muita alegria e algumas roubadas (rsssss)!!!!!!!

Transanet:
A formação já mudou alguma vez?
OS PATRÕES:
Sim, trocamos de baterista. O primeiro era o Guto Campana que foi substituído pelo Armando, mas isso foi logo no começo.

Transanet: Como surgiu a música própria?
OS PATRÕES:
A galera que nos acompanhava no começo já nos dizia que tínhamos uma assinatura, mesmo tocando covers. Daí surgiu uma certa cobrança desse público para que começássemos a compor. Foi aí que surgiu Trabalho. Ela foi composta rapidamente e de maneira bastante natural. Trata de coisas que vivemos aqui no interior! Não somos surfistas e não vivemos os problemas das grandes cidades, então, obviamente, teríamos que achar o nosso tipo de abordagem, assuntos, sacou? Hoje em dia temos material para gravar uns dois discos.

Transanet: Como vocês definem a banda?
OS PATRÕES:
É uma pergunta complicada. Definir as vezes é perigoso e pode nos enclausurar dentro dessa tal definição. Costumamos dizer que somos uma banda de rock brasileiro que bebe nas fontes do punk rock, surf music e música brasileira.

Transanet: Que som a banda costuma ouvir?
OS PATRÕES:
A gente ouve tudo cara! O punk dos anos 70 (The Clash, Ramones), Reggae, Rock and Roll, MPB, Hendrix (muito Hendrix), Doors, Kiss da fase bacana, Raimundos, Los Hermanos, surf music, punk californiano... Enfim, ouvimos tudo que nos agrada, sem preconceitos e sem ter vergonha do que ouvimos apenas por que um crítico ou outro detonou certo artista.

Transanet:
É o primeiro ano que a banda participa do Festival Semp Toshiba Transamérica?
OS PATRÕES:
Não. Participamos no ano passado também.

Transanet: Qual a expectativa do grupo?
OS PATRÕES:
Pode parecer chavão, mas estamos muito felizes por estar entre as sete finalistas. Essa parada do show ser no DirecTV Music Hall, os jurados grandões e tal, nos deixa excitados pra valer, afinal, somos do interior e tudo isso é muito novo para nós! Já sentimos os efeitos na grande procura por novos shows e o aumento volumoso de acessos e downloads de nossas músicas no nosso site www.patroes.com